Os programas da CEPIA se desenvolvem através de diferentes atividades tais como: cursos, pesquisas, articulações, eventos, ações de advocacy, publicações, dentre outras.
Veja abaixo os principais Programas.

 

Direitos Humanos, Acesso à Justiça e Violência Contra a Mulher

Direitos Humanos, Saúde e Direitos Sexuais e Reprodutivos

Fórum da Sociedade Civil nas Américas

Conferências, Seminários e Encontros

Formação e Capacitação em Direitos Humanos das Mulheres

 


A CEPIA realiza pesquisas sobre políticas públicas no sentido de propor, acompanhar e avaliar a atuação dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na incorporação das demandas do movimento de mulheres e dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

A CEPIA desenvolve atividades de educação popular voltadas para os mais amplos setores sociais, governamentais e não-governamentais, com os seguintes objetivos: lutar contra a discriminação e a violência de gênero, difundir os instrumentos internacionais e nacionais de proteção aos direitos humanos e sensibilizar os poderes públicos para a implementação de políticas sociais.

Desenvolve também atividades e cursos de capacitação e aperfeiçoamento junto a profissionais da área de segurança pública e justiça, aprofundando o debate sobre as questões relacionadas à democracia, cidadania, acesso à justiça e violência doméstica e sexual, no marco dos direitos humanos e com a perspectiva de gênero.

A CEPIA integra redes nacionais e internacionais e colabora com outras ONGs e setores governamentais, com o objetivo de ampliar a cidadania das mulheres e definir estratégias para a luta contra as discriminações e a violência de gênero.

A CEPIA realiza estudos e pesquisas no sentido de propor, acompanhar e avaliar políticas públicas tendo como marco de referência as demandas do movimento de mulheres e os compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

A CEPIA organiza o curso de Corpo, Saúde e Sociedade com a faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ para alunos da área de ciências da saúde, introduzindo questões relacionadas à ética, direitos humanos, cidadania, gênero e poder, no debate sobre saúde.

Desenvolve também programas de capacitação e sensibilização em direitos humanos, gênero, violência e cidadania para profissionais de Saúde do Rio de Janeiro, em articulação com a Secretaria Municipal de Saúde e outros órgãos de saúde pública.

A CEPIA se articula com serviços de saúde, associações médicas e redes nacionais e internacionais que desenvolvem estratégias para garantir os direitos sexuais e reprodutivos.



Em 1997, a CEPIA e o CENTER FOR HEALTH & SOCIAL POLICY (CHSP), uma ONG norte-americana voltada para a saúde e justiça social, juntamente com 26 lideranças de ONGs de 13 países do continente , fundaram o Fórum da Sociedade Civil nas Américas. O Fórum, cuja secretaria foi exercida pela CEPIA, tem por missão promover a justiça social, a solidariedade e a eqüidade
congregando ONGs da região que, trabalhando com agendas temáticas diversas , se propõe a estabelecer estratégias conjuntas frente a desafios comuns. As suas atividades são divulgadas na serie Cadernos Fórum Civil .

A CEPIA organiza seminários, encontros e conferências, dialogando com feministas, movimentos sociais, juristas e operadores do Direito, profissionais de saúde, sindicalistas, ONGs e responsáveis por políticas públicas e formadores de opinião para ampliar o debate em torno de questões de sua agenda de trabalho. A Equipe da CEPIA participa ativamente de encontros nacionais e internacionais, acompanhando e contribuindo para o debate sobre saúde, gênero, direitos humanos, justiça e equidade.

Programa Internacional de Formação e Capacitação em
Direitos Humanos das Mulheres


Clique aqui e leia a programação do curso


Foto do primeiro curso, 2003. Da esquerda para a direita, Rosane Heringer, Leila Linhares Barsted, Fabíola Rodhen, Lilian Celiberti, Jacqueline Pitanguy e Maria Elvira Vieira de Mello

Dez anos após a Conferência Mundial de Direitos Humanos de Viena, a CEPIA organiza o primeiro curso de Capacitação em Direitos Humanos das Mulheres que capacitou 40 militantes de todo o país, que atuam na defesa dos Direitos Humanos ou na prestação de serviços em áreas estratégicas como saúde, segurança, educação e justiça.

Este programa da CEPIA, que contou inicialmente com o apoio das Fundações Ford e Mac Arthur e teve parceria com o Centro Latino-Americano em Sexualidades e Direitos Humanos (CLAM), recebe atualmente o apoio do Global Fundo for Women e da OAK Foundation e segue as recomendações das Nações Unidas, que ressaltam a necessidade de ações educativas e de capacitação voltadas para o reconhecimento e a efetiva aplicação dos ‘Direitos Humanos das Mulheres’.

O objetivo do programa é difundir conhecimentos sociológicos, jurídicos, estratégicos e normativos, bem como atuar no intercâmbio de experiências bem sucedidas, discutindo estratégias de difusão de conhecimentos, de promoção e de implementação dos Direitos Humanos das Mulheres. Ele atende à necessidade de uma formação contínua de lideranças do movimento social e de profissionais que desempenhem ou venham a desempenhar papel estratégico na formulação e desenvolvimento de políticas públicas a fim de fazer face aos retrocessos que ameaçam os direitos das mulheres. E responde de forma inovadora aos novos desafios que se apresentam para a expansão destes direitos, diminuindo a distância entre leis e práticas sociais.

Os cursos são organizados em módulos, tratando de temas como: Contexto Internacional dos Direitos Humanos, Contexto Legal e Direitos Humanos, Participação Política, Direitos Reprodutivos e Saúde Reprodutiva, Autonomia Econômica, Trabalho, Pobreza e Renda, Relações Raciais, Violência e Acesso à Justiça, Sexualidade, Saúde e Direitos Sexuais, Estatísticas Públicas de Direitos Humanos e Estratégias de Ações Políticas. Os temas são desenvolvidos em aulas teóricas e práticas, estudos de caso, trabalhos em grupo, leituras individuais e outras técnicas pedagógicas.

O Programa iniciado em 2003 teve continuidade nos anos seguintes, tendo também estabelecido parceria com a Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

Alunos do curso em 2004

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